sexta-feira, 18 de março de 2011

Cuidados com o Umbigo

MItos e Verdades sobre a Gravidez

Quando a mulher está grávida, começa a receber milhares de recomendações de todos os lados. São dicas, simpatias, teorias, tradições e superstições que, muitas vezes, não possuem embasamento algum.

Então pegamos as passagens mais famosas da cultura popular e fomos a funda na investigação, afinal, seriam elas mitos ou verdades?

Mito 1: Barriga pontuda, sinal de que o bebê será menino
Realmente trata-se de um mito, pois o formato da barriga nada tem em relação ao sexo do bebê. O que deixa a barriga com aspecto pontudo ou arredondado é a estrutura corporal da mulher.

Mito 2: O enjôo é sinal de que o bebê será uma menina
Mais uma crença que não passa de mito. O enjôo é um dos sintomas mais comuns da gravidez e chega a afetar cerca de 70% das mulheres.

O enjôo da gravidez é causado pelo hormônio B-HCG, responsável pela implantação do saco gestacional no útero. A alimentação pode intensificar os enjôos e o sexo da criança nada tem com isso.

Mito 3: Bebê cabeludo dá azia na gestante
Outra inverdade que, por sinal, é muito criativa. Azia durante a gravidez não é sinal de que o bebê será cabeludo. Na Gravidez, o útero com seu tamanho aumentado passa a fazer pressão em órgãos como o estômago e o intestino, o que torna a digestão mais lenta. Por vezes a pressão faz a comida voltar para o esôfago e causar uma queimação.

Mito 4: Quando uma gestante tem desejo de comer algo, deve ser saciada
Eis um mito que depende. Claro que a criança não nascerá com cara de sorvete de jiló se sua mãe tiver este desejo e não for atendida, mas em alguns casos, os desejos alimentares da gravidez refletem a carência de determinado nutriente, por isso não devem ser ignorados (a não ser que o alimento seja prejudicial à saúde).

Existe também uma explicação psicológica para o desejo de grávida, que é a atenção solicitada inconscientemente. A mulher que obriga o marido a sair de madrugada para comprar algo pode estar pedindo atenção.

Mito 5: Grávida precisa comer por dois
Outra crença que não passa de mito. A gestante não precisa comer por dois, sua ingestão deve ser de mais ou menos 2.300 calorias/dia para aquelas com peso normal no início da gravidez. Isso significa um acréscimo de apenas 300 calorias em relação a uma mulher que não está esperando bebê. Mas é primordial que a alimentação seja saudável e nutritiva, para suprir a demanda adicional da gestante e do feto.

Mito 6: Comer doce faz com que o bebê se mexa mais na barriga
Sim, é verdade! Muito presente nos doces, a glicose é uma fonte de energia que estimula o bebê, portanto é natural que ele fique mais ativo. Porém, o excesso de doces é prejudicial para a saúde da gestante, acima de tudo àquelas com tendência ao diabetes.

Mito 7: Sexo na Gravidez pode machucar o bebê
Mentira. O sexo durante a gravidez não afeta o bebê, pois ele fica protegido dentro de uma bolsa cheia de líquido amniótico, além do tampão mucoso que protege o colo do útero. Por isso, a relação sexual não faz mal algum ao bebê. Na verdade, o bem-estar que o sexo proporciona pode até beneficiá-lo. Leia mais sobre sexo na gravidez.

Mito 8: Conversar com o bebê na barriga traz benefícios à criança
Outra verdade comprovada, principalmente a partir do sexto mês, o feto já é capaz de ouvir sons externos e vozes. Afeto durante a gravidez ajuda na conexão com o bebê que está por nascer.

Mito 9: Se o bebê se mexer mais à noite ele será do tipo que acorda mais de madrugada
Mais um mito. Na verdade, é mais fácil sentir os movimentos fetais durante a noite, pois a gestante está mais relaxada. Depois do nascimento, o bebê leva um tempo para estabelecer um equilíbrio em seu ciclo de sono.

Mito 10: Cerveja preta faz a mulher produzir mais leite
Grande mentira. Não se sabe onde surgiu este mito, mas especialistas garantem que a bebida não aumenta a produção de leite materno. Para piorar, o consumo excessivo de bebida alcoólica pode causar danos ao bebê .


Fonte: www.gestantes.net

domingo, 13 de março de 2011

O Primeiro Enxoval

Os recém-nascidos crescem em média 25 centímetros no primeiro ano de vida e engordam até um quilo por mês nos primeiros 90 dias. Mamadeiras, chupetas, mordedores e dezenas de casaquinhos e macaquinhos são desperdício de dinheiro - logo no primeiro mês o bebê já perderá algumas roupas. Além disso, não há como saber se a criança gostará de bicos de silicone ou borracha, ou mesmo se aceitará a chupeta. Muitas peças para o quarto do recém-chegado, como dúzias de lençóis e travesseiros, também constituem uma despesa a ser evitada (o travesseiro, inclusive, é desaconselhado por pediatras nos dois primeiros anos de vida da criança).

Converse com os amigos e combine com eles o presente a ser dado ao bebê. Muitas vezes, uma rede multiuso para pendurar atrás do banco do motorista (e onde podem ser guardados todos os utensílios básicos para a criança, como fraldas de pano, mantas e chocalhos) será mais bem-vinda pela mãe, relegada ao banco de trás até que a criança tenha idade para viajar na cadeirinha, do que a milésima roupinha de festa (que provavelmente a criança não aproveitará).

E lembre-se: carrinho, banheira, bebê-conforto, cadeirinha de carro e cercado são coisas que invariavelmente pais com filhos em idade escolar guardam e alegremente emprestam aos amigos -- custam caro, ocupam muito espaço em casa e só servem mesmo para bebês. Faça, portanto, uma pesquisa na sua família e no círculo de amigos antes de abrir a carteira. E não dispense o chá de fraldas: muitas vezes, o bebê tem garantido um ano de suprimentos de fraldas descartáveis apenas com essa doação dos amigos dos pais.